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06-09-2002

 

 


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Cromeleque dos Almendres

 

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

  A freguesia de Pendilhe, com uma área aproximada de dezoito quilómetros quadrados, fica situada nas terras do “Alto Paiva”, sendo constituída pelas povoações de Pendilhe, Algodres de Baixo, Algodres de Cima , Prefadeira e Escaleira. Pertence ao concelho de Vila Nova de Paiva, Comarca de Castro Daire, Distrito de Viseu e Diocese de Lamego, tendo como limite as povoações de Granja (freguesia de Mões), Mões, Canado (freguesia de Mões), Meieiras (freguesia de Vila cova à Coelheira), Vila Cova à Coelheira, Carvalha (freguesia de Vila Cova à Coelheira), Cascano (freguesia de Vila Cova à Coelheira), Almofala, Cujó e São Joaninho. É banhada pelas águas do Rio Mau, afluente do Rio Paiva, e do Rio da Pedrinha, afluente do primeiro e subafluente do segundo. Está inserida na Região de Turismo “Dão Lafões”. Dista cerca de 13 Km da sede do concelho, sendo atravessada pela Estrada Nacional 225.


HISTORIAL

  As origens do nome “Pendilhe”, foram objecto de investigação por parte de vários investigadores e historiadores. Segundo Joseph. M. Piel, o seu nome será, certamente, um genitivo, cuja terminação, -ilhe, é frequentíssima em nomes germânicos. Acrescenta, ainda, este autor, que tal terminação, na maioria dos casos, representará o genitivo -elli, do sufixo latino. -ellus, o qual tomou o lugar do gótico -ila, -ilo, havendo, também, casos onde a antiga terminação -illi está por -hildi, germânica. Todavia, o elemento inicial não é apresentado pelos filólogos entre os de origem germânica (talvez de paida, forma “não genuinamente gótica, por se tratar de uma das importações do grego”, de acordo com o referido autor, ou de pund, de origem latina), sendo, por isso, duvidoso que se trate de topónimo de origem germânica.

  As inquirições dos meados do século XIII revelam que a “vila” rural de Pendilhe (então, Pendili) era, nessa altura, de cavaleiros-fidalgos por património e avoenga. Não se diz quem seria, então, o seu possuidor, nem o nobre que primeiro fora senhor dela, contudo, não restarão grandes dúvidas que, na primeira metade do século XII, houvesse sido o célebre Egas Moniz, devido ao facto de o lugar estar situado em território lamecense, do qual fora tenente. Outra razão, prende-se com o facto de tal território estar circundado de terras que foram da sua pertença e de seus descendentes. A coroa não possuía aqui foro algum, o que despertou a natural curiosidade dos inquiridores, levando-os a questionar se a “vila” era couto, sendo respondido que não, mas que nunca aí se vira dar à coroa qualquer foro, tal como revela o excerto do “julgado a que respondem” os habitantes, de 1258: “Joanes Martini de Pendili... dixit quod de villa de Pendili, que est militum ex avolenga et patrimonio, nullum forum faciunt Regi. Interrogatus si est cautus, dixit non. Interrogatus quomodo non faciunt forum Regi, dixit quod non vidit unquam facere Regi forum. Interrogatus cui judicatui respondent, dixit quod habent judicem per se, sed non per Regem”.

  A “vila” de Pendilhe é, deste modo apresentada com uma certa independência relativamente à Coroa, até na administração da própria justiça, sendo o Juíz da terra posto e escolhido pelos próprios moradores (“... habent judicem per se, sed non per regem”).

  Aproveitou do foral Manuelino dado a Aveloso a 21 de Abril de 1514, como consta no “Livro dos Foraes novos da Beira”:
 


Ferall dado aa villa do auelloso e assy as terras e lugares e comçelhos do bispado de Lamego

E tem o dito bispado no conçelho de Pendilhe estes e outros direitos seguintes:
A saber – posto que na dita terra e comçelho nom ouuesse ora foral nem screptura per que os dereitos se nelle ouuessem de pagar porem estam em costume sem comtradiçam de se pagarem ao dito bispo de Lamego de cimquo casaes que hy tem de pam meado – a saber – mylho e çenteo alqueires.

E pagam mais sobre cada casal huma galinha e hum frangam. E nam pagaram os ovos que lhe demandauam porque nam se proua que antigamente os pagassem.
E pagase mais por cada hum alqueire de pam quatro estrigas espadelladas assy como saem da espadelladeira.

E cada hum dos çimquo casaes hum carneiro Recebombo o quall decraramos e mandamos que seja de dous annos e nam menos e dhx pera çima em quallquer hydade.
E pagase mais ao adayam da dita cidade doutros cimquo casaes outro tauto de tal foro.
E pagam aa comenda de santa ovaya de terras que amtre o comçelho andam Repartidas de muyto tempo noue alqueires do dito pam meado.

E pagam mais ao moesteiro de barro das terras semelhantes assy rrepartidas amfigamente cimquo alqueires e meyo do dito pam as quaes pagas todas assy do bispo e cabido como estas se fazem pollos herdeiros e pessoydores das ditas terras segumdo amtigamente andam rrepartidos pellos moradores e pessoydores dellas segumdo as quaes ao diante asy se pagara e fara.

E nesta maneira se pagara a manuel pinto de certas herdades assy rrepartidas no
dito comçelho cadano dezoyto alqueires do dito pam meado e dous carneiros da dita ydade e duas galinhas e dous frangãaos e sobre cada alqueire quatro estrigas das sobreditas.
Nam há hv dauer montados nem maninhos porque tudo he dos moradores do dito comçelho que pagam os ditos foros Nem se pagaram hy outros dereitos nenhuns saluo o gado do uento sera do comçelho quamdo se perder segumdo nossa hordenança que atras fica escripto no forall do avelloso.

E a pena darma sera do meyrinho da correiçam se a demandar amte que sejam tres dias pasados despois do arroydo e nam doutra maneira da qual leuara duzemtos e as armas as quaes armas seram dos juizes se as tomarem nos arroydos.
As quaes armas e pena senam leuauaraão com estas decraraçoões segumdo atras no forall do auelloso fica assemtado.



“Comcelho de Pemdilhe”

“No dito lugar e comcelho de Pemdilhe viuem... 32.
Este comcelho não tem outro lugar ou quymtam somente o dito lugar o quall tem de termo huma legoa em comprydo e outra em larguo parte e comfromta com ho lugar de sam Joanjno que he do mosteyro da Irmida e com ho comcelho da Varzea da Serra e com ho comcelho de Vylla Coua Acoelheyra e com ho comcelho de moins”.



  Pendilhe foi vila e sede de concelho até 1834, altura em que foi integrada no concelho de Fráguas, até 7 de Setembro de 1895, passando para o concelho de Castro Daire, até 13 de Janeiro de 1898, sendo, a partir de então, integrada no concelho de Vila Nova de Paiva, do qual faz parte actualmente.


PATRIMÓNIO HISTÓRICO E ARQUEOLÓGICO

  Apesar de ser instituída como “Vila Rural” em começos do século XIII, as suas origens perdem-se na obscuridade dos tempos. Ao longo de séculos e milénios foi intensamente ocupada por inúmeros povos e civilizações, os quais deixaram uma vasta e diversificada cultura, bem patenteada nos múltiplos monumentos históricos e arqueológicos, os quais proliferam um pouco por toda a parte, constituindo, juntamente com os usos e costumes, legados pelos seus antepassados, a sua verdadeira identidade.

  As marcas mais antigas ainda existentes, remontam ao período do Neolítico. Com cerca de 6000 anos, destacam-se a Orca de Pendilhe e a Orca do Picoto do Vasco, monumentos pré históricos de carácter imponente, os quais se destacam na paisagem, utilizados como sepulturas, servindo, primordialmente, para aí se fazerem cerimónias religiosas e reuniões sociais.

  De uma época posterior e construção mais rudimentar, subsistem estruturas tumulares um pouco espalhadas pelas diferentes partes do território. Deste modo temos: quatro mamoas no Rapadouro, duas mamoas no Alto das Queirós, duas mamoas na Lameira Travessa, cinco mamoas nas Travessas da Orca, uma mamoa na Barroca da Eirinha, uma mamoa nas Pedras Benfeitas, duas mamoas no Carvalho Cortado (completamente assassinadas, recentemente, pelos serviços de reflorestação), quatro mamoas no Pousadão, uma mamoa nas Deçame, uma mamoa na Laje Cruz, uma mamoa nas Picotas e três mamoas no Vale Velho. Grande parte destes monumentos, com cerca de 3500 anos, foram objecto de estudo por parte de várias equipas de arqueólogos e estudantes de arqueologia, tendo sido recolhido algum espólio.
  No local denominado de São Romão, existiu, um povoado e um templo erigido em honra do santo do mesmo nome. Ali se encontram variados vestígios dessa época, tais como pedaços de cerâmica, escória de ferro, uma pia, possivelmente baptismal ou da água benta, um cruzeiro e alguns blocos graníticos supostamente pertencentes à estrutura do próprio templo. O aspecto mais relevante prende-se com a existência de cinco sepulturas escavadas na rocha, três agrupadas, e duas separadas. Dois desses cinco túmulos medievais, apresentam-se com uma configuração antropomórfica.

  No local denominado de Espinheiro, fica localizado um povoado cuja época ainda não está determinada. Ali se encontram diversas estruturas de casas, sendo umas de formato arredondado, outras ovaladas e ainda rectângularizadas. Salienta-se a base de uma mó manual, destinada à moagem de cereais. Ali bem perto, no lugar denominado de Lamas, subsistem alguns vestígios de antigas habitações, de difícil reconhecimento, devido ao matagal que as rodeia. Conta-se que terá existido, nestas paragens, uma fábrica de cerâmica, cujo proprietário viria a ser expulso, por esta consumir demasiada lenha.

  Na Vila Velha, existem, por seu turno, alguns vestígios de antigas habitações e alguma cerâmica. Ali apareceu uma pedra cilíndrica, cujos habitantes desta freguesia afirmam, pertencer ao antigo pelourinho. Será necessário um trabalho de campo exaustivo e pormenorizado, no sentido de se conhecerem melhor os vestígios nestes locais existentes.

  A Poente da actual povoação, encontramos o local denominado de Igreja, onde se erigia o antigo templo de Nossa Senhora da Assunção, possivelmente de construção românica. Nada resta desta estrutura, aparecendo, contudo, alguns vestígios de cerâmica e escória de ferro.

  Entrando na actual povoação, desloquemo-nos para o lugar da Praça, um dos mais relevantes desta freguesia. Ali se encontra o Pelourinho, do século XVI, a Cadeia (edifício posteriormente transformado em casa de habitação), a Capela de Santa Isabel, de 1607, a Igreja Matriz, de 1735, e o Padrão dos Centenários. No Alto temos uma casa de habitação, datada de 1869, onde funcionou, naquela época, o Hospital. Existiu, em tempos, uma Forca, localizada no lugar do mesmo nome, da qual nada resta, subsistindo apenas o topónimo. No lugar denominado de Pedroucos, passa uma via pavimentada com grandes lajes, não se podendo afirmar se remontará, eventualmente, à época medieval, ou se será de época posterior, bem mais recente.

  Em plena Serra da Cascalheira, ergue-se a Capela do Senhor da Piedade, datada de 1739. A escassos metros, ali se erigiu uma outra, um pouco mais ampla, terminada em 1984.

  Espalhados um pouco pelas diferentes partes do aglomerado populacional, podemos encontrar vários cruzeiros, entre os quais se destacam o Cruzeiro do Eido Além, o Espírito Santo, o Senhor dos Aflitos, o Cruzeiro do Carreiro Novo, entre outros. Numa povoação onde abundam os recursos hídricos, não podiam faltar os célebres fontanários, sendo os mais relevantes a Fonte da Latada e a Fonte do Senhor dos Aflitos.

  São variadas as marcas que nos foram legadas na Segunda metade do pretérito século XX, sendo de salientar o Anjo da Guarda, localizado na rua de Santa Isabel; o Cristo Rei, situado na rua do mesmo nome, lugar do Fojo; a Capela de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, junto à Estrada Nacional 225; a Via Sacra, que liga a povoação à capela do Senhor da Piedade e a nova Capela do Senhor da Piedade.

  Directamente relacionados com os meios de subsistência, são de salientar os famosos Canastros, emergindo os aglomerados do Alto da Lameira, Senhorio, Eira de Santa Isabel, Eiras, entre outros. Os lendários e engenhosos Moinhos hidráulicos, que povoam as margens do Rio Mau, do Rio da Pedrinha e outros cursos de água, além de cumprirem magistralmente a missão que lhes foi destinada (transformar em farinha cereais como o milho e o centeio), constituem, pela sua rara beleza rústica, um verdadeiro “ex libris”, dando mais realce ao complexo paisagístico no qual se encontram integrados.


POPULAÇÃO

N.º de Eleitores recenseados – 578
Nº de indivíduos residentes – 648
Nº de indivíduos com menos de 18 anos – 130



DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO

SECTOR PRIMÁRIO

- AGRICULTURA
Actividade principal e principal meio de vida da população residente. Trata-se de uma agricultura de subsistência destinada primordialmente ao consumo interno.

- PESCA
Actividade inexistente como forma de subsistência, apenas praticada na época de pesca à truta (1 de Março a 31 de Julho), como meio desportivo.

SECTOR TERCIÁRIO

– COMÉRCIO
Actividade com alguma expressão, saldando-se pela existência de dois mini mercados, uma mercearia variados cafés e um restaurante, registando uma certa tendência evolutiva.

ACÇÃO SOCIAL

– CENTRO DE DIA
Assistência domiciliária a pessoas idosas..


ENSINO
– INFANTÁRIO.
– ESCOLA PRIMÁRIA



DESENVOLVIMENTO E TURISMO

ASSOCIAÇÕES

CULTURAIS
- Grupo Cultural Católico Pendilhense
- Associação “As Capuchinhas de Pendilhe”
- Associação Recreativa Cultural e Desportiva de Pendilhe

RECREATIVAS
- Todas as referenciadas na alínea anterior.
DESPORTIVAS
- Todas as referenciadas anteriormente.

RELIGIOSAS
- Fábrica de Igreja Paroquial de Pendilhe
- Liga Eucarística

OUTRAS (Carácter Social)
- Centro Social
- Alvorada na Serra


ALOJAMENTO

RESIDENCIAIS

- Residencial “Solar do Conde”,
Capacidade de acolhimento: 12 pessoas.
Estrada Nova – 3650-032 Pendilhe
Telem: 232382486


RESTAURAÇÃO

RESTAURANTES

- Restaurante “Solar do Conde”
Estrada Nova – 3650-032 Pendilhe
Telem: 232382486


CAFÉS

- Café Estrela do Alto
Telefone: 232 382 282

- Café Curto
Largo da Latada /Telefone: 232 382 473

- Café “O Carvalho”
Estrada Nova
Telefone: 232 381 199

- Café “Solar do Conde”
Estrada Nova – 3650-032 Pendilhe
Telem: 232382486

LOCAIS DE DIVERSÃO

- Salão de Jogos “O Carvalho”
Estrada Nova
Telefone: 232 381 199


PÓLOS DE ATRACÇÃO

Complexo Turístico do Senhor da Piedade

GUIA TURÍSTICO

Principal via de acesso:
Estrada Nacional 225

LOCAIS DE INTERESSE A VISITAR:
- Senhor da Piedade
- Orca de Pendilhe
- Orca do Picoto do Vasco
- “Tumuli” das Travessas e Lameira Travessa
- “Tumuli” do Rapadouro
- “Tumuli” do Pousadão
- Necrópole Medieval de São Romão
- Igreja Matriz
- Pelourinho
- Capela de Santa Isabel
- Museu Etnográfico
- Rio Mau
- Rio da Pedrinha


TRADIÇÕES

FESTIVIDADES


- Carnaval – Desfile do “Carro do Galo”

- Romaria de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (habitualmente realizada num Domingo de Julho, com a duração de dois dias, antecedida de nove dias de novena preparatória).

- Romaria de Nossa Senhora da Assunção (sempre realizada a 15 de Agosto, com a duração de dois ou três dias, antecedida de nove dias de novena preparatória).



DANÇAS E CANTARES

DENOMINAÇÃO
- Danças de Trabalho, Romaria, Terreiro, Serão, etc.

OCASIÕES EM QUE SE REALIZAM
Conforme as circunstâncias.

ÉPOCA A QUE SE REPORTAM
Finais do século XIX e princípios do século XX.

QUANDO SE APRESENTAM
Em Festas, Romarias e Festivais de Folclore.

COMO SE APRESENTAM:
Através dos Grupos de Folclore.

TRAJES CARACTERÍSTICOS

DENOMINAÇÃO:
Trajes de Trabalho, Domingueiros, de Romaria, etc.
- O seu uso depende das circunstancias.
- Reportam-se aos princípios do século XX;
- Apresentam-se em Festas, Romarias e Festivais de Folclore.
- São apresentados através dos grupos folclóricos.


JOGOS TRADICIONAIS

- Jogo da Cochina
- Jogo do Pino
Etc.


GASTRONOMIA

PRATOS TÍPICOS

- Arroz de salpicão;
- Caldo de Castanhas;
- Caldo de Farinha;
- Fumeiro (salpicão, chouriça e moira)..



TRADIÇÃO VINÍCOLA

- Vinho Morangueiro Tinto

DOÇARIA TRADICIONAL

- Fogaça;
- Doce de Abóbora
- Filhós
- Rabanadas


ARTESANATO


  Capucha de burel; Calças de burel; Meias de lã; Manta de Farrapos; Palhoça de juncos; Tamancos de pau de amieiro; Cesta Teiga (feita de palha e silva); Cesta de Vergas (feita de vime, salgueiro ou castanho); Cesta Breza, etc.
Estes produtos só se adquirem mediante encomenda.


BRINQUEDOS TRADICIONAIS

  Miniaturas de arados de pau, jugos, carros de vacas, bonecas com trajes típicos, cestas de vergas, etc. Estes produtos são, geralmente, feitos em madeira, nomeadamente amieiro, salgueiro, entre outros, apenas adquiridos mediante encomenda previamente efectuada, visto não existirem locais específicos de confecção e comercialização.
Por vezes algumas destas peças são expostas ao público, em sedes das diferentes associações.


 

Texto Elaborado por Marcos Mendes.



Bibliografia

Gama, C. Manuel Fonseca da . “Terras do Alto Paiva”. Tipografia “Voz de Lamego, L.da”. Lamego, 1940.

Costa, M. Gonçalves da, “História de Lamego”, capítulo XI (Paróquias do Alto Paiva).

Verbo, Enciclopédia luso-brasileira de Cultura.